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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Por que o Brasil é um país atrasado?


Vídeo em inglês: Porque alguns países são pobres e outros ricos



São três ponto levantados no vídeo:
  1. Instituições e Desenvolvimento Econômico — responsável por 50% da riqueza-comum.
  2. Cultura e Religião: A Mente Humana e a Construção da Ética e da Qualidade de Vida Individual e Coletiva — responsável por ~20% da riqueza-comum.
  3. Geografia: Brazil's Geography Problem — Latitude (Clima e Conexão Internacional) responsável por 10% da riqueza-comum.



sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Pensando sobre Privatização!


Quando se fala em privatização muitas possibilidades se abrem; eu realmente não tenho certeza do que os políticos e os empresários querem dizer com privatizar os -bráses: Petrobrás e Eletrobrás; entre outros. Acredito que não se deve privatizar Serviços Públicos, é até mesmo contraditório, pois são as verdadeiras coisas públicas ou res publica. Tais como Abastecimento de Água potável, Fornecimento de Energia Elétrica, Saneamento Básico, Educação, Comunicação, Logística, Saúde e Segurança; são serviços públicos.

Quando se fala em privatizar subentende-se tornar lucrativo em que apenas um pequeno grupo de pessoas se enriquece, assim a democracia, ou o poder do povo, fica comprometida. É claro que a competitividade é importante, mas neste caso penso que criar metas e bonificações são válidas. O objetivo de algumas empresas não pode ser o lucro, portanto, devem ser organizações de interesse público sem fins lucrativos. O que pode e talvez deva ser feito é "privatizar" a Administração, como nas empresas de capital aberto em que os donos não administram, deixam com o CEO indicado pelos investidores, representantes do povo. Talvez outras empresas para atender demandas. Neste caso o Estado deve ser proprietário majoritário com 50%, por exemplo.

Aqui em Maringá, a UEM, por exemplo, pode continuar sendo pública mas com a Administração nos mesmos modelos que o do setor privado, contratando e demitindo por meio de entrevistas, currículos etc., ou seja, passível de serem demitidos por justa causa e com salários compatíveis ao do Mercado. Mas para que esse sistema funcione, provavelmente será necessário um governo parlamentar e voto distrital para escolher melhor os responsáveis. E, de um modo geral, em vez de ser gratuita, pode se adotar o sistema de voucher, ou seja, um cartão de crédito específico para Universidades homologadas pelo Estado, gerando assim competitividade entre o setor público e privado.

A Educação Pública pode funcionar como tem sido implementado pelo Exército por exemplo, com um compromisso de servir e honrar o Brasil. De certa forma, penso que tudo do Setor Público passa pela Segurança e Defesa Nacional em que os trabalhadores devem se alistar; o Governo é naturalmente militar.

Até mesmo a imigração passa por uma questão de Segurança. Os imigrantes para morar no Brasil devem ser filtrados para fortalecer o respeito às nossas leis, constituição, costumes etc. Países de desenvolvidos parecem compartilhar de visão, missão e valores semelhantes. Por isso, as religiões possuem sempre papel essencial na unificação do povo.

E, particularmente, não acredito que uma Igreja Romana — criado pelo império romano em sua decadência — possa unificar o povo brasiliano, nem mesmo o estudo da letra morta da Bíblia ou das palavras de Jesus Cristo que é descendente do Rei Davi de Judá (Israel com a capital em Jerusalém). O Reino Unido Britânico, embora cristão (protestante, anglicano) tem como chefe da igreja não o Papa de Roma e sim o próprio Chefe de Estado ou Rei/Rainha, hoje a Rainha Elizabeth II.

Privatizar? Somente nesses moldes e com vendas para brasilianos e em alguns casos por aliados.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

A Morte e a Miséria não são soluções para a Vida e a Sustentabilidade

Preservar mais vidas leva à sobrepopulação?
Does saving more lives lead to overpopulation?




Não, quando casais possuem melhor qualidade de vida tendem a planejar a gravidez, escolhendo menos filhos. O Sistema de Saúde Pública não pode ser privatizada, mas com certeza deve ser otimizada procurando atender casos de doenças que não podem ser evitadas. Para casos de abusos com álcool, drogas, sexo etc. os atendimentos devem ser cobrados, ou seja, quando constatados irresponsabilidade do cidadão o Estado não deve cobrir os custos. Abortos devem ser cobrados quando por gravidez não planejada. Não é dever do Estado cuidar do cidadão e sim da sociedade, do bem-estar humano e da civilidade ou moral correta.

Distribuir camisinhas gratuitamente é um apoio à prostituição, à promiscuidade ao sexo abusivo, é uma violação da instituição familiar. Também, não é dever do Estado fornecer remédios gratuitamente, porém a indústria farmacêutica deve ser considerada uma Organização Civil sem fins lucrativos, tipo OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Assim como tudo o que é ResPublica, como Saneamento (SANEPAR no Paraná), Energia (ELETROBRAS, PETROBRAS), Infra-Estrutura Urbana Pública (Rodovias, Ferrovias, Portos), Comunicação, Alimentos Vegetais Agroecológicos (commodities), Alimentos Animais etc. Pessoas Jurídicas de Interesse Público devem estar à serviço da Nação.

"A maior proteção que um trabalhador pode ter é um mercado de trabalho dinâmico e diversificado, com vários opções de emprego surgindo a todo momento. […] Com a CLT, o custo do trabalhador brasileiro* fica mais alto para o empregador em razão do excesso de regulamentações. Obrigadas a lidar com o custo elevado, as empresas passam a exigir qualificações melhores e certas garantias de produtividade" (BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orelans e. Por que o Brasil é um país atrasado? Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2017, p. 53-54).
A Saúde, depende de condições de vida. Com um salário-mínimo de ~R$900,00 não é possível ao indivíduo sobreviver. Sabemos que o salário-mínimo real se encontra em torno de R$4.000,00. Sabemos também que os impostos sobre o trabalhador são custos que as empresas não podem arcar, de modo que se deve taxar a pessoa jurídica para que os trabalhadores tenham maior flexibilidade diminuindo as exigências de mercado, como alta qualificação e experiência que somente privilegiados possuem. O custo de um trabalhador para a empresa é mais ou menos o dobro do seu salário, que são Impostos sem retorno. Muito melhor é investir em particular, mas para isso é necessário Educação Financeira nas Escolas Públicas.

"A irrealidade do setor público é visível nas economias que optaram por estabelecer salários e direitos trabalhistas completamente irreais e desconectados com a realidade de mercado. Assim, as administrações públicas impõem um alto custo à sociedade a curto e longo prazo. Salários acima do mercado e condições de trabalho e direitos trabalhistas insustentáveis e em completa dissociação com o prevalente no mercado" (DIAS, Joilson. Proposta de Uma Constituição do Futuro: novos princípios de igualdade perante as leis e de democracia. Curitiba: CRV, 2017, p.145.).
A desigualdade social também é outro fator preocupante, que retira a competitividade do mercado, conduzindo ao jogo sujo, lavagem de dinheiro, corrupção, evasão fiscal, calotes etc. que vão aumento custos, burocracia, juros, oligarquias etc. Não podemos confundir o Livre Mercado com ausência de direitos e deveres, com um Vale-Tudo. Não é de interesse social enriquecer um pequeno grupo nem é de necessidade real ou mesmo republicano que um pequeno grupo se enriqueça. Os lucros que passam da necessidade familiar devem ser direcionados aos negócios e distribuição de yields. Com isso, o empregado também poderá receber porcentagens de rendimentos e assumir prejuízos também.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Do Assédio Moral no Trabalho: 10 Situações Imorais

PrintScreen da página oficial do Deputado Estadual Tadeu Veneri, Publicações
Hoje, dia 16 de Dezembro de 2016, tive a oportunidade de participar de uma palestra sobre Assédio Moral no Trabalho (Projeto de LEI Nº 361/2008) proferida pelo Deputado Estadual Tadeu Veneri (PT) e promovido pela Chefe da Divisão de Treinamento e Desenvolvimento Janete Aparecida dos Santos Pereira (UEM) da Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários/Diretoria de Recursos Humanos, em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (SINTEEMAR), no período da manhã no Anfiteatro do NUPELIA (Bloco G90). O Assédio Moral é um comportamento que assola a sociedade brasiliana. "Fruto de uma cultura autoritária, o assédio moral foi e ainda é entendido como forma de aumentar a produtividade, desmoralizar liderança, desqualificar reivindicações" (VENERI, 2016, p. 09, 10).

De acordo com o advogado Ludimar Rafanhim (VENERI, 2016, p. 15) os trabalhadores que são vítimas dos assediadores - que violam a dignidade no trabalho - estão adoecendo, aposentando-se por invalidez ou morrendo. "Por desconhecerem os mecanismos de defesa, de registro de abusos, muitas pessoas que se viam nessa situação achavam que havia alguma coisa errada com elas" (VENERI, 2016, p. 09,10). Enquanto que esse modelo de controle impositivo, culturalmente fundamentado na escravidão e nas guerrilhas, é comum em todo o país e em diversas entidades ou instituições acometendo multidões, não sendo pois pessoal. Particularmente, acrescento que a cultura de submissão incorporada por uma catequisação deturpada de valores tenha fortalecido personalidades prepotentes e enfraquecido as responsabilidades - habilidades de resposta - do indivíduo sobre a própria vida.

Muitos de nós temos aprendido sobre o amor e a compaixão em que devemos amar os pecadores, aguentar as tentações e as agressões calados e até mesmo "dar a outra face para apanhar". A verdade é que precisamos aprender a lutar em defesa da própria vida e dos direitos sociais de cada um sem esperar que uma entidade divina venha a nos salvar ou resgatar. A religião é importante para promover o convívio pacífico ou harmonioso entre os homens,  isto é, ligar o homem à sociedade ou à União. Mas diante da diversidade cultural decorrente da miscigenação, certos ensinamentos têm entrado em conflito com a cidadania e se mostrado insuficientes ou desatualizados, ao menos em sua abordagem. Atualmente, é salutar considerar um mantra a frase: "não leve tudo para o lado pessoal".

Ainda hoje acredita-se que a bondade, o perdão, irá comover o pecador... isso é falso. Lembro-me agora do filme O Demolidor (1.993) estrelado por Sylvester Stallone, Wesley Snipes e Sandra Bullock que retrata muito bem o fracasso do ideal do amor, da paz e da felicidade eternas e permanentes - recomendo. Por outro lado, não se trata de cultivar o ódio, procurar vingança ou seguir a lei do olho por olho, dente por dente. Trata-se de entender que cada ação requer uma reação adequada, isto é, responsabilidade, que pode ser abordada pela psicologia, em especial, a organizacional sem se esquecer de abordar o tema inteligência emocional. Assim, sempre que um sujeito usar de sua hierarquia ou autoridade para obter favores ou tarefas alienadas da função ou cargo de trabalho a vítima poderá usar dessas habilidades de resposta para se defender.

Sem dúvida, habilidades pessoais de inter-relacionamento são vitais, no entanto, nada ou pouco pode ser feito sem o conhecimento da Lei e dos Direitos. O primeiro passo para se proteger do Assédio Moral é saber identificar a situação distinguindo ordens administrativas de imposições abusivas que não correspondem aos objetivos da entidade ou da empresa bem como ao cargo ocupado. Ordens seguem a Lei enquanto que imposições são sinistras, imorais e anti-éticas. É fundamental para a auto-defesa psíquica que o trabalhador conheça bem os seus deveres de funcionário ou empregado e que tenha um contrato de trabalho muito bem definido. Depois disso, o mais importante é ter os conselhos e o amparo de um advogado. Procure manter contato com advogados e converse com eles, pedindo informações e conselhos - que não deverão cobrar para tirar dúvidas. Essas conversas servirão para ele lhe preparar para utilizar o serviço quando e se necessário, conferindo segurança.

10 Situações de Assédio Moral

O Assédio Moral é caracterizado não somente pela imoralidade mas também pela repetição ou continuidade, semelhante ao bullying. Em outras palavras, não se trata de deslize ou momentos de descontrole do agressor ou agressores, e sim de um comportamento deliberado e intencional, individual ou coletivo. Tadeu Veneri (2016, p. 27, 28 e 29) elenca 10 situações comuns de assédio:

  1. Ignorar a presença do funcionário e sequer cumprimentá-lo;
  2. Ameaçar constantemente, gritar e intimidar o trabalhador;
  3. Sobrecarregar de trabalho o servidor para que não consiga realizá-lo totalmente e ainda retirar o material necessário à sua execução;
  4. Fazer brincadeira de mau gosto em relação ao trabalhador, quando este falta ao trabalho por problemas de saúde próprios ou da família;
  5. Fazer pressões para que o trabalhador não traga atestados médicos quando fica doente e que volte a trabalhar quando ainda adoecido;
  6. Marcação do número de vezes que o trabalhador vai ao banheiro e quanto tempo fica;
  7. Vigiar constantemente o trabalho e desqualificá-lo;
  8. Desvalorizar a atividade profissional do trabalhador;
  9. Condicionar a concessão de um benefício ou mesmo direito à exigência de produção e limite de faltas ao trabalho;
  10. Na Administração Pública, exigir que servidores façam campanha eleitoral para candidatos apoiados direta ou indiretamente pelo assediador;

Dos Efeitos na Saúde Pessoal, Familiar e Social

A divulgação e o treinamento/educação na área comportamental e legal em combate ao assédio são fatores essenciais para o bem estar social e desenvolvimento socioeconômico do Brasil, da União. As vítimas são alienadas da carreira, da urbanidade e da família. Muitas famílias se desestruturam devido a estes agente patológicos, a estes sociopatas afetando futuramente a capacidade dos filhos em se estabelecerem socialmente. Individualmente, a vítimas sofrem de depressão, insônia, dores generalizadas, diminuição de libido, tremores etc. Sendo assim, a proposta de lei apresentada deve ser levada a sério para que possamos desfrutar de uma sociedade moral e ética. Concomitantemente é indispensável a educação de valores morais e de princípios éticos nas escolas (ver Yoga & Filosofia), embasados na própria Constituição Federal de 1.988 nos Títulos I e II.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Cadernos de Finanças Públicas: Federalismo Fiscal {Trechos I}


Fonte: Escola de Administração Fazendária. Cadernos de Finanças Públicas - 13 (dez. 2013) - Brasília: ESAF, 2000-Anual (p. 69-76).
_______________________________________

3. Análise crítica do federalismo fiscal brasileiro: problemas e perspectivas

Phelippe Toledo Pires de Oliveira
Andrei Aguiar
Raquel Fátima Chini da Rocha

Federalismo Fiscal nada mais é do que a forma como se relacionam as competências materiais (despesas) e as formas de seu financiamento (receitas) nos diferentes níveis de governo (estados, províncias, cantões, municipalidades etc.).

[...]

O federalismo fiscal está intrinsecamente relacionado com a descentralização, isto é, saber quais recursos e competências devem ser alocados aos entes regionais e locais. Essa descentralização pode ser: (a) administrativa – recolhimento de tributos pelo governo central e transferência de recursos para os entes descentralizados, que deverão gastá-los em consonância com as diretrizes estabelecidas pelo governo central; ou (b) fiscal – em que os entes descentralizados possuem os próprios tributos e desempenham suas atividades de acordo com critérios por eles mesmos definidos, ainda que sujeitos a limitações do governo central.

Diversas são as vantagens da descentralização de atividades (e recursos) para os entes de governo locais e regionais (estados, províncias, cantões, municipalidades etc.). O principal argumento é que ela favorece a proximidade do governo com seus cidadãos, permitindo, com isso, melhor identificação das preferências dos diferentes grupos sociais. Porém, existem também supostas desvantagens: maior risco de corrupção e maior sujeição a pressões políticas decorrentes dessa proximidade; parasitismo do entes, provenientes do mecanismo de transferências e repasses de recursos pelo governo central; e necessidade de uma estrutura de controle gerencial da despesa pública pelo órgão central.

Federalismo Fiscal no Brasil


O particular federalismo brasileiro ocorre pela União de estados, municípios e o Distrito Federal. [...] Nota-se no âmago do pacto federativo, que a isonomia e a autonomia partem de dois lados de uma mesma moeda: competências materiais distribuídas e, para fazer frente a elas, competências financeiras. Esse é o objeto do federalismo fiscal. Muitas discussões enfocam a briga por recursos, sem uma preocupação séria e necessária com a repartição de competências materiais. A isonomia será alijada se esses dois aspectos não estiverem casados.

[...]

Os arts. 157 a 162 da Constituição trazem as principais regras de transferência de receitas da União para os estados, Distrito Federal e municípios e dos estados para seus municípios. Os repasses ocorrem diretamente ou por meio de fundos de participação. O Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) representam o maior volume de repasses, oriundos da arrecadação do imposto de renda e do imposto sobre produtos industrializados.

[...]

Rezende [Fernando Rezende. Federalismo fiscal no Brasil. Revista de Economia Política, v. 15, n. 3, p. 5-17, jul./set., 1995, p.13.14.], antes do primeiro decênio da Constituição de 1988, já alertava para alguns aspectos deletérios desse modelo de transferência de receitas para o federalismo fiscal. De um lado, a concentração de competências em um ente central favorece a arrecadação e a fiscalização tributária, mas, em contrapartida, retira o imediatismo entre o poder tributante e o contribuinte. Os entes que recebem a receita têm o bônus de gastar sem o ônus de instituir o tributo. Assim, evitam o desgaste político e o controle social local. Em outras palavras, os repasses diminuem a autonomia dos entes políticos, própria do federalismo, como também prejudicam a accountability.

O clientelismo e a acomodação também são decorrentes desse modelo. Os fundos das regiões menos favorecidas (FNE, FNO e FCO) raramente entram em debate sério nas bancadas políticas e jurídicas. Talvez fosse salutar estabelecer metas (ver Como Saber se o Governo é Correto? em Penso, logo escrevo), pois não é razoável acreditar que as regiões serão eternamente desiguais. O modelo de repartição de receitas destina proporcionalmente a maior parte dos recursos para os estados e municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, sem lhes cobrar resultados e distorcendo o que seja equilíbrio. [...] A irregular distribuição da representação dos Estados e Congressos, que fez às vezes de Poder Constituinte, estava é está no cerne dos problemas de nosso federalismo.

[...]

A falta de debate político sobre a forma de repartição de receitas e autonomia financeira dos entes federados resulta em gasto irresponsável do dinheiro público. Carlos Eduardo Gasparini e Cristiano Santos Lúcio de Melo defendem um modelo de repartição de receitas ótimo, em especial para os municípios, calcado em análise de coeficientes que demonstrem três parâmetros: a eficiência pública municipal na provisão de serviços, o esforço arrecadatório próprio e a necessidade de serviços para equilibrar a situação das municipalidades desses estados. Embora o estudo se volte para os municípios, similares conclusões podem ser alcançadas para os estados. Assim, repensar o atual modelo deve pautar toda a discussão acerca de reforma tributária. 

sexta-feira, 10 de junho de 2016

[PALESTRA] Inteligência Emocional por Flávio Gikovate



3 Habilidades a serem desenvolvidas para o crescimento sustentável pessoal e profissional

  1. Saber ouvir: capacidade de aprender continuamente e reciclar conhecimentos. Capacidade de entender o outro, habilidade de diagnóstico por meio de anamnese. Técnica: Hacker;
  2. Comunicação: ninguém nasce sabendo e cada pessoa desenvolve sua própria linguagem, cada um é cada um. Isso significa que a capacidade de comunicação envolve a empatia ou habilidade de entender o outro, isto é, saber ouvir. Técnica: Empatia;
  3. Desassociação didática: conseguir desaprender ou se livrar de conceitos errados, quebrar paradigmas. Ter liberdade para arriscar, agir e correr riscos de errar e se corrigir. Capacidade de suportar o erro. Técnica: aprenda, absorva e esqueça.

domingo, 8 de maio de 2016

Regime de Juros Compostos

Fotografia: Daniel Sancho - HP Family (Flickr, CreativeCommons)
Antes de prosseguir a leitura deste post veja os conceitos básicos apresentados anteriormente em Regime de Juros Simples. Agora vamos estudar o Regime de Juros Compostos ou Capitalização Composta. A matemática utilizada avança para exponenciação, radiciação e logaritmo natural (base e ou Euller) ou neperiano (e = 2,718281828459045...). Para resolver os problemas de capitalização composta você precisa conhecer as propriedades de cada modelo matemático ou utilizar uma Calculador Financeira, como a HP12c (link afiliado).

Regime de Juros Compostos

Utilizando os mesmos valores do exemplo simples, vamos simular um exemplo composto. Suponha que você tenha comprado um Título de Dívida no valor de R$ 3.000,00 com capitalização mensal de 5% am (ao mês) com vencimento em 12 meses. Dessa vez, a base de cálculo não é mais o Capital  (Valor Presente) investido e sim o Valor Futuro, ou seja, o Montante de cada mês capitalizado. Assim, o montante do mês n se torna o Valor Presente (PV) ou a nova base de cálculo para encontrar o juro do mês. Agora a Taxa de Juros proporcional (i% am = 12.i% aa) já não é mais equivalente, pois para uma taxa de 5% am teremos uma equivalência com 79,6% aa. Já não é mais possível utilizar uma calculadora comum, requerendo uma calculadora financeira. Veja o gráfico abaixo:

n ao mês C (PV) JUROS (5%) M (FV)
1 JANEIRO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           3.150,00
2 FEVEREIRO  R$           3.150,00  R$               157,50  R$           3.307,50
3 MARÇO  R$           3.307,50  R$               165,38  R$           3.472,88
4 ABRIL  R$           3.472,88  R$               173,64  R$           3.646,52
5 MAIO  R$           3.646,52  R$               182,33  R$           3.828,84
6 JUNHO  R$           3.828,84  R$               191,44  R$           4.020,29
7 JULHO  R$           4.020,29  R$               201,01  R$           4.221,30
8 AGOSTO  R$           4.221,30  R$               211,07  R$           4.432,37
9 SETEMBRO  R$           4.432,37  R$               221,62  R$           4.653,98
10 OUTUBRO  R$           4.653,98  R$               232,70  R$           4.886,68
11 NOVEMBRO  R$           4.886,68  R$               244,33  R$           5.131,02
12 DEZEMBRO  R$           5.131,02  R$               256,55  R$           5.387,57
C C + J = M  R$           3.000,00  R$           2.387,57  R$           5.387,57

Em palavras, a base de calculo é atualizada em cada capitalização, de modo que o Capital (PV) considerado para o mês de fevereiro é o montante (FV) de janeiro e assim por diante. Agora, Para encontrarmos o lucro ou o rendimento do capital que é o Juro capitalizado nós, em vez de multiplicarmos o período n como no regime simples, elevamos à potência. A fórmula de Juro então fica assim:

J = PV.[(1+i)n-1]
onde,
  • J = Juro ou Desconto Racional
  • PV = Valor Presente (Montante da capitalização anterior) ou Capital Inicial (C)
  • i = Taxa de Juros Efetiva
  • n = Tempo ou Período, representa a quantidade de capitalizações

Como em juros simples a fórmula do Montante é M = C + J mas agora temos uma nova fórmula de J que, ao substituir, teremos uma nova fórmula M (FV):

FV = PV.(1+i)n
onde,
  • FV = Valor Futuro ou Montante, que é o Capital base de cálculo como Valor Presente (PV)
  • PV = Valor Presente ou Capital (C) Inicial, que é o Montante do período anterior
  • i = Taxa de Juros Efetiva
  • n = Tempo ou Período, representa a quantidade de capitalizações
Calculando na HP12c teríamos:
Calculadora Financeira HP12c Gold (link afiliado)
  • Digite o valor do Título: 3+0+0+0 aperte CHS (inverte o sinal, pois você está gastando este valor) + PV (registra -3000 como Valor Presente)
  • Digite o índice da taxa de juros: 5 aperte o botão i (registra uma taxa de juros de 5%)
  • Digite o período de capitalização: 1+2 aperte n (registra 12 capitalizações)
  • Calcule o Montante (M) ou Valor Futuro (FV): aperte FV (resultado 5.387,57)
Para cacular o Juros ou lucro basta calcular a diferença entre FV e PV, ou seja, 5.387,57 menos 3.000,00 igual 2.387,57 como podemos ver na tabela acima.

Equivalência de Taxa de Juros

Repare que agora as taxas de juros proporcionais não são mais equivalentes. As taxas de juros equivalentes geram os mesmos montantes. Então, para o nosso exemplo, como encontrar a taxa anual equivalente a 5% am? Nós utilizamos as seguintes fórmulas (SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL, Ernesto Coutinho Puccini - Matemática Financeira):

(1+ia)1 = (1+is)2 = (1+iq)3 = (1+it)4 = (1+im)12 = (1+id)360*
* em matemática financeira e em contabilidade considera-se o Período Contábil, cujo ano contábil possui 360 dias e o mês contábil 30 dias

Assim, em substituição teremos que (1+0,05)12 = (1+ia) = 0,7959 = 79,6% aa. Lembrando que o período da taxa de juros (am, aa...) deve coincidir com o tempo de capitalização (n). Por exemplo, quando usamos uma taxa de juros ao mês, nós capitalizamos mensalmente (FV = 3000.(1+0,05)12 > FV = R$ 5.387,57); quando usamos uma taxa de juros ao ano, nós capitalizamos ao ano (FV = 3000.(1+0,7959)1 > FV = R$ 5.387,57). Muitas vezes os bancos apresentam uma taxa de juros anual, porém, a capitalização acontece mensalmente, assim, a taxa de juros não corresponde ao rendimento quando temos a Taxa Juros Nominal.
  • Taxa de Juros Nominal: a capitalização não corresponde ao período da taxa, i.e. 79,6% aa (ao ano) com capitalização mensal (Seria efetiva se a capitalização fosse anual).
  • Taxa de Juros Efetiva: a capitalização corresponde ao período da taxa, i.e. 5% am (ao mês) com capitalização mensal.
Outra fórmula (HOJI, Masakazu. Administração Financeira: uma abordagem prática - 5ª Edição. São Paulo: Atlas, 2004, p. 82):

iq = (1+i)1/q-1
onde,
  • iq = taxa de juros equivalente a uma fração de determinado intervalo de tempo;
  • q = número de frações do intervalo de tempo considerado.

Tabela Price

A Tabela Price é um sistema de amortização (parcelamento de dívida em que cada parcela contém parte da devolução do capital emprestado e parte do juro devido) comumente utilizado pelos bancos cujo modelo de prestação ou parcelamento é uniforme, ou seja, é um Sistema de Prestação Constante (SPC) com duas particularidades:
  1. A prestação (pagamento de parcelas [PMT]) é obrigatoriamente mensal, enquanto que no SPC você pode pagar trimestralmente, quadrimestralmente, semestralmente etc.
  2. A taxa de juros dada é uma Taxa Anual Nominal, sendo a taxa efetiva mensal calculada por proporcionalidade, como em juros simples, assim: im = ia/12. Neste exemplo, se utilizássemos a Tabela Price a Taxa de Juros de 79,6% aa seria nominal com Taxa Efetiva de 6,63% am e não 5% am.

Regime de Juros Simples

Fotografia: Daniel Sancho - HP Family (Flickr, CreativeCommons)
Em um post anterior - Seja Bem-Vindo ao Mundos dos Investimentos - vimos sobre a importância de nos tornarmos investidores, isto é, fazer o dinheiro trabalhar para nós através da renda passiva. Para entender como funciona o Rendimento do Capital é preciso saber o que significa Juro, que nada mais é do que o valor que se cobra sobre o empréstimo de dinheiro ou a remuneração do capital. Por exemplo, quando você vende um produto (ao preço de consumidor) você tem o retorno do capital investido (preço de fábrica) mais o seu lucro sobre a venda; o juro é como este lucro sobre o capital financeiro que rende conforme o tempo de empréstimo e o risco envolvido. Isto se aplica especialmente aos empréstimos, financiamentos e Títulos de Dívida.

O Mercado Financeiro opera, basicamente, em Regime de Juros Compostos, isto é, com a Capitalização em que os juros incidem sobre os rendimentos do capital (juros sobre juros) ou Valor Futuro (FV). Em Regime de Juros Simples o juros é calculado com base no Capital Inicial ou Valor Presente (PV). A capitalização é o momento em que se calcula o juro sobre o capital, havendo capitalização anual (aa - ao ano), semestral (as - ao semestre), quadrimestral (aq - ao quadrimestre), trimestral (at - ao trimestre) e mensal (am - ao mês). Vamos começar com um exemplo simples:

Regime de Juros Simples

Digamos que você emprestou à alguma instituição financeira R$ 3.000,00 (Capital Inicial ou Valor Presente de três mil reais) a uma Taxa de Juros de 5% am em regime simples para resgatar este valor daqui a 12 meses. Note que estamos falando de um rendimento de cinco por cento ao mês. Por se tratar de regime simples esta porcentagem é extraída, a cada mês, sobre o Capital Inicial (PV) de R$3.000,00. 5% de R$ 3.000,00 é igual a R$ 150,00, assim, todo mês você ganha um juro de R$150,00. Como o empréstimo dura 12 meses, você resgatará o capital emprestado com um lucro de 12 vezes o juro de R$150,00 que é igual a R$ 1.800,00, cujo Montante ou Valor Final (FV) é de R$ 4.800,00 (R$ 3.000,00 + R$ 1.800,00). Veja no gráfico:


n ao mês C (PV) JUROS (5%) M (FV)
1 JANEIRO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           3.150,00
2 FEVEREIRO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           3.300,00
3 MARÇO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           3.450,00
4 ABRIL  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           3.600,00
5 MAIO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           3.750,00
6 JUNHO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           3.900,00
7 JULHO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           4.050,00
8 AGOSTO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           4.200,00
9 SETEMBRO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           4.350,00
10 OUTUBRO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           4.500,00
11 NOVEMBRO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           4.650,00
12 DEZEMBRO  R$           3.000,00  R$               150,00  R$           4.800,00
S C + J = M  R$           3.000,00  R$           1.800,00  R$           4.800,00

Em Matemática Financeira o Montante (M) é igual ao Capital (C) mais o Juro (J), ou, M = C + J. O Montante é o mesmo que Valor Final (FV), e Capital é o mesmo que Valor Presente (PV). Em cada período (n) de capitalização nós temos um Valor Final. Neste modelo, simples, a base de cálculo é o Valor Presente, por isso, você pode converter a Taxa de Juros em diferentes períodos apenas multiplicando ou dividindo pela quantidade de capitalização. Ou seja, 5% am = 60% aa (ou 12 x 5%, pois um ano tem 12 meses); são equivalentes. Se quiséssemos uma taxa com capitalização quadrimestral teríamos 5% vezes 4 igual a 20% aq, pois um quadrimestre tem 4 meses.

Como podemos constatar, trata-se de uma Progressão Aritmética (PA) com Razão (r) constante, sendo, neste exemplo r = R$ 150,00. Em Regime de Juros Simples os cálculos podem ser realizados com uma calculadora comum. Para encontrar o valor do Juro (J) ou o lucro de uma aplicação ou empréstimo usamos a seguinte fórmula:

J = C.i.n
onde,
  • J = Juros
  • C = Capital, inicial ou Valor Presente (PV)
  • i = Taxa de Juros, lembre-se de substituir o valor i% por i/100
    • i.e. em vez de usar 5% usar 0,05
  • n = Tempo ou Período
    • a Taxa de Juros e o Período devem estar expressos nas mesmas unidades de tempo, de modo que tenhamos uma Taxa de Juros Efetiva. Assim, para uma taxa de juros ao mês, usamos o período mensal; para uma taxa de juros ao ano, usamos o período anual. Como podemos ver no exemplo acima, para uma taxa de juros de 5% am calculamos o Juro de um período de 12 meses e, para uma taxa de juros de 60% aa calculamos o Juro de um período de 1 ano.
Substituindo J pela sua igualdade na fórmula do Montante, teremos a seguinte fórmula para calcular o Montante (M) ou Valor Final (FV):

M = C.(1+i.n)


domingo, 6 de março de 2016

Seja Bem-Vindo ao Mundo dos Investimentos


Para que você possa se tornar um Investidor, mais especificamente um Acionista, é necessário conhecer algumas estruturas básicas do Mundo dos Negócios. Sabendo como o business world opera você poderá agir nesse Mercado de Valores que é o verdadeiro reino das finanças por onde o dinheiro, a moeda real, existe e trafega. Primeiro de tudo, trata-se de uma nova forma de enxergar como você é remunerado, transformando seu modelo de dinheiro - de funcionário a dono do dinheiro.

Entenda primeiro que os trabalhadores, que trocam tempo por dinheiro, recebem salário enquanto que os acionistas, que fazem o dinheiro trabalhar para eles, recebem dividendos; o primeiro é a remuneração pelo trabalho, o segundo a remuneração pelo conhecimento. Não em vão se diz que o seu conhecimento é seu maior patrimônio ou propriedade (intelectual). É o patrimônio que representa a nossa riqueza que pode se comportar como um ativo ou um passivo.

Empresa, Bolsa de Valores, Ação!

A empresa é o centro de tudo ou a central, é a fonte dos rendimentos. A diferença na participação na empresa é que como trabalhador você será remunerado como um empregado, do outro lado, como um investidor você será remunerado como um acionista ou sócio limitado (ao valor da ação adquirida). Neste caso, estamos falando da Empresa de Sociedade Anônima, denominada S.A.*, com o Capital Aberto, ou seja, suas Ações (propriedades) e Debêntures (dívidas) são negociados via Bolsa de Valores (Mercado Financeiro, administrado pela BM&FBOVESPA), onde você pode negociar (comprar e vender) suas Aplicações Financeiras.

O que é uma Ação? É uma parcela do Capital (recursos de produção ou propriedade) de uma empresa representada por um Papel. Ao comprar esse Papel (documento que representa uma parcela do capital), denominado Ação, você está adquirindo parte da Empresa, tornando-se assim um dono parcial ou sócio proprietário com responsabilidade limitada pelo valor da Ação adquirida. Deste modo, você está comprando, no final das contas, o Direito de receber parte dos lucros da empresa, chamada Dividendos. A grosso modo, é assim que Jorge Paulo Lemann adquiriu algumas das maiores cervejarias do mundo, formando a AB InBev.





O capital jamais é seguro: é sempre arriscado e empresarial, ao menos no início; ao mesmo tempo, invariavelmente tende a se transformar em renda quando se acumula sem limites - é sua vocação, seu destino lógico. – Thomas Piketty em O Capital no Século XXI (COMPRE AQUI) - Rio de Janeiro: Intrínseca, 2014. p. 117.
O salário é uma Renda Ativa, pois você atua presencialmente para obter o retorno. Já o dividendo é uma Renda Passiva, pois é o dinheiro que trabalha para você, que apenas o administra tomando decisões de compra e venda. Por isso, é tão importante que você aprenda a comprar bons Ativos, capazes de lhe fornecer um fluxo de caixa mensal que lhe traga Independência Financeira (link afiliado). Essa é a verdadeira Riqueza, uma fonte de prosperidade que permite trocar tempo de trabalho por lazer. Assim, ser rico não é ter grandes propriedades, mas Ativos rentáveis que geram um Fluxo de Caixa que pague todas as suas despesas ou custo de vida.

* Existem basicamente dois tipos de empresa: 1. Empresa de Sociedade Limitada ou LTDA (o capital é representado por Cotas e os sócios são denominados Cotistas) e 2. Empresa de Sociedade Anônima ou SA. Dentro das SAs você encontra dois tipos: SA de Capital Aberto e SA de Capital Fechado. Uma SA de Capital Fechado não negocia suas ações na Bolsa de Valores, de modo que os acionistas são responsáveis pela captação de recursos. Enquanto que na SA de Capital Aberto o Mercado Financeiro capta recursos da população que participa do Mercado Financeiro, que você pode fazer parte com o devido conhecimento.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Como fazer as pessoas participarem de um grande projeto?

Anheuser-Busch Interbrew amBev

Jorge Paulo Lemann é um brasileiro responsável por criar o império da cerveja AB InBev, comprando e conectando marcas como Antártica, Brahma e Budweiser através de um progressivo método de gestão de negócios (Sua trajetória pode ser conhecida através do seu livro Sonho Grande). Neste vídeo Jorge Paulo fala sobre motivação, que são técnicas administrativas de gestão de recursos humanos. Confira:
Jorge Paulo Lemann fala sobre motivação

"As pessoas gostam de participar de um sonho maior". Em bate-papo da FALCONI Consultores de Resultado, Jorge Paulo Lemann fala sobre motivação.

Publicado por Jorge Paulo Lemann em Segunda, 15 de fevereiro de 2016