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quarta-feira, 10 de junho de 2020

terça-feira, 2 de junho de 2020

[TAKATWEET] Socialismo x Capitalismo/Comunismo





segunda-feira, 18 de maio de 2020

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Por um Socialismo de verdade em vez de uma externalidade capitalista

Harto de falsos profetos por Ignacio Palomo Duarte (Flickr , Creative Commons)
A atual briga entre Capitalismo e Socialismo, como os conhecemos, nunca vai acabar, pois o Socialismo não deixa de ser uma externalidade, em seu sentido econômico, do próprio Capitalismo, ou seja, uma consequência não planejada ou não objetivada — como um filho de um encontro sexual casual talvez até com o uso de camisinha. A poluição é uma externalidade de algumas indústrias, por exemplo. O Capitalismo visa o lucro e as consequências sociais e ambientais são externalidades econômicas.

Não obstante, o Capitalismo defende a criação de riqueza por meio do trabalho humano, que é a capitalização ou contablização do trabalhador, isto é, o humano como Ativo (meio de produção) ou Passivo (gastos de produção) de um Balanço Patrimonial. Em outras palavras, números. O Socialismo, por meio de Sindicatos dos Trabalhadores por exemplo, busca oferecer condições humanas e sustentáveis do emprego, e mais além, busca o enriquecimento por meio de salários cada vez mais altos. Ou seja, luta para que humanos não sejam números mas sócios, pessoas com os mesmos direitos humanos que possam compatilhar as riquezas que mercem por terem produzido ou paticipado da produção.

O Capitalismo, nessa estrutura puramente financeira, não é sustentável pois visa o lucro privado tendendo à exploração humana, chegando até mesmo a diferentes graus de escravidão. A escravidão no Brasil é um agravante que marca o Capitalismo como um sistema Imperial Capitanista que logo foi golpeado ou sofreu derrame por meio da Proclamação da República em 15 de Novembro de 1889, cerca de meio século depois da Primeira Revolução Industrial que ocorreu aproximadamente entre 1760 e 1820-40. O Capitalismo é originalmente um sistema imperial britânico, desde esse momento que engendrou a burguesia e o proletariado como conhecemos hoje, e a luta de classes.

Essa capitalização que transformou trabalhadores (como os artesãos) em meros operários (condutor de máquinas alienados da criação) desumanizou a socidade, de modo que hoje se tem Pessoas Jurídicas no lugar de Nobres, Pensadores etc. São os governadores poderosos, não mais pessoas físicas. O mundo, ao meu ver e em parte, está caótico pois está sendo dirigido por legiões, que, como apontam alguns especialistas em pessoas, as Pessoas Jurídicas, em geral, possuem perfil de um psicopata, incapazes de ver as consequências de seus atos egoístas. Apenas vejam o caso da Vale que não se culpa pelo rompimento da barragem que destruiu a vida de muitos.
Então Jesus lhe perguntou: "Qual é o seu nome? " "Meu nome é Legião", respondeu ele, "porque somos muitos". — Marcos 5:9
O Capitalismo levou ao acúmulo de posses, e como apontam alguns estudos culminou nas duas Grandes Guerras Mundiais. A segunda marca o fim dos Impérios, como os Britânico, Austro-Húngaro ou Alemão, Japonês, Francês etc. e transformou os EUA numa espécie de império financeiro, que possivelmente instigou o ataque terrorista das torres gêmeas (World Trade Center) de Nova York em 11 de setembro de 2001. Lembrando que a última Grande Guerra terminou em Guerra Fria entre os EUA e a URSS, hoje apenas Rússia. O primeiro representando o Capitalismo e a segunda representando o Comunismo que logo se transformou em Stalinismo, uma forma concentrada de poder como é característica do Fascismo e do Nazismo; outra forma de império.

Por fim, importa superar o modelo socialista que apenas tem buscado desviar dinheiro, tomando o dinheiro dos ricos para dar aos pobres. Penso que o Socialismo é a Humanização do Capitalismo, ou seja, a missão Socialista é fazer o capital trabalhar para sociedade em vez de tomar posse dos direitos dos outros e impedir que a socidade trabalhe para o capital. Precisamos sim de salários mínimos dignos de viver humanamente, hoje em torno de R$ 4.000,00 e Educação e Trabalho Qualificado para recebê-lo. Um empresário pode ser socialista desde que seu objetivo seja criar valor social, entregar soluções benéficas à sociedade. Um traficante de drogas e cafetão não deixa de ser um capitalista.

O Socialismo consiste em transformar o Capitalismo em sistema ou ferramenta sustentável de manutenção da vida. Pagar salários dignos a pessoas dignas é Socialismo. Cuidar e curar os doentes é socialismo. Socialismo é dar condições à uma sociedade sustentável de Bem Estar. Socialismo é Educação. Educação é o processo de florescimento e frutificação humana. Socialismo é criar, produzir enquanto que capitalismo é consumir. Essa é a minha opinião até aqui. Fiquem livres para corrigir, especialmente dados históricos, ou refutar, demonstrando bons argumentos ou teorias.

sábado, 14 de abril de 2018

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Palestra: Proposta de uma Constituição do Futuro - Prof. PhD. Joilson Dias


Palestra proferida pelo prof. PhD. Joilson Dias do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá em 06 de dezembro de 2017. Através de análise de outras constituições, como as da Inglaterra, Estados Unidos da América, Alemanha e França nota-se falhas contraditórias em nossa Constituição de 1988 que dá privilégios para alguns e tira de outros não sendo democrática. Não somente isso, a vinculação da Economia a uma Constituição dificulta o desenvolvimento do mercado nacional por meio de uma competitividade saudável; como já apontou Ayn Rand anos atrás.


JOILSON DIAS | Possui Doutorado e Pós-Doutorado em Economia pela University of South Carolina, Columbia, SC, EUA, e Pós-Doutorado pela USP - Universidade de São Paulo, SP, Brasil. Foi professor visitante na Universidade do Minho, Portugal, Bryant University, EUA e University of Applied Sciences of Osnabrück, Alemanha. Ganhou o Prêmio Brasil de Economia do Conselho Federal de Economia de 1996/1997 em parceria com a Prof.ª Dr.ª Maria Helena Ambrósio Dias e foi Cátedra do IPEA-Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada do Governo Federal no período 2010-2012. Exerce a função de Professor Titular no Departamento de Economia e no Programa de Pós-Graduação em Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Maringá nas áreas de: crescimento econômico, macroeconomia e econometria avançada desde 1994. É Consultor e Pesquisador do CNPq-Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico desde 1994. Suas pesquisas em capital humano e sobre o papel das instituições democráticas e dos princípios constitucionais no crescimento e no desenvolvimento econômico das sociedades tornaram-se o tema de pesquisa principal do autor, as quais resultaram em publicações em revistas científicas e capítulos de livros em nível nacional e internacional.